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Home » colunistas
Segunda Feira, 04/06/2007
Oferta, uma jóia esquecida na Igreja
Ivonildo Teixeira
Desde os meus oito anos de idade, comecei a frequentar uma igreja evangélica, conduzido pelos meus pais. Entre 10 a 12 anos, observava algo na igreja, o momento em que as pessoas iam fazer suas ofertas. Ouvia sempre o pastor da igreja dizer: “vamos tirar as ofertas e os dízimos agora”. Guardo aquelas cenas até hoje em minha mente, quando via pessoas colocando dentro das “salvas” ou, às vezes, sobre uma mesa... Nada mais do que moedas. O barulho delas era intenso que até “surdo” ouvia.   

Perguntava-me, “Será que Jesus gosta tanto de moedas? Ou na verdade, Ele coleciona moedas?” Com o passar do tempo, percebi que havia um agravante na vida da igreja do Senhor Jesus. O povo não foi ensinado o que é ofertar, a despeito da Bíblia falar fartamente em ofertas.

Há um analfabetismo nas igrejas quando o assunto é ofertas. Como diz o jornalista Boris Casoy, “é uma vergonha” o que os chamados crentes apresentam a Deus como ofertas. Entendamos primeiro, o que não é uma oferta?

Oferta não é uma cota. Havia cotista tanto no Velho como no Novo Testamento. Caim era um deles. De tempos em tempos trazia “suas cotas” a Deus (Gn. 4.3). Ananias e Safira eram outros (At. 5.1-2).  Por acaso, a casa de Deus é um clube, um “Aquamania”, ou a casa de Deus é chamada casa de oração, onde o seu Dono, é digno de ser exaltado tanto na terra como no céu?

A oferta  não é uma esmola.  Quando a Bíblia menciona uma gama de ofertas, ela está se referindo a Jesus (Jo. 3.16). Por acaso, quando vamos ofertar, estamos levando a presença do Rei dos reis, esmolas como se Ele fosse um mendigo? At. 3.1-2.

Oferta não é lixo. Eu já ouvi cada história de colegas sobre ofertas que foram doadas em suas igrejas que nem o Diabo acredita. Soube de um “irmão abençoado” que ofereceu a Deus um “piano” cheio de cupim, teclado prá lá de Bagdá; outro que entregou uma metade de uma nota de um real; outro que comprou uma mesa de mármore, e ofertou a Deus, a mesa antiga de casa chamada, “balança mais não cai”. Outro, ofertou um carro, que estava já na UTI  mecânica e outros fatos de arrepiar os cabelos. Onde crentes tiraram esta idéia de que a casa de Deus é lugar de receber lixo? Depois, reclama, quando ver “o caminhão dos entulhos” parando na porta da sua casa, não para tirar os lixos, mas para entulhar a sua casa de lixo. A vida devolverá a cada um, tudo aquilo que você devolver a ela (I Co. 6.10). 

A oferta não é resto.  Oferta na Bíblia era vista e aceita como algo perfeito, sem nenhum defeito. Quando vem a minha  mente a palavra “resto”, penso em alguns animais como porcos e galinhas, que tudo o que sobra e é lançado diante deles. Por acaso,  O Cordeiro de Deus pode ser tratado como tais animais? Isto no mínimo chama-se abominação! (Mc. 12.44ª).

A oferta não é sucata. Trabalhei por anos em relojoaria. Foi lá que conheci esta palavra. Quando meu patrão ia consertar um relógio, não eram poucas vezes que ele podia colocar uma peça nova no relógio, mas, ao contrário, ia na sucata, onde havia uma montoeira de peças velhas, onde tirava a que poderia ser usada até em relógios novos. Por que vou oferecer a Deus uma “oferta sukata”, se o altar do Senhor é um santo lugar de receber ofertas santas de um coração agradecido? (Ml. 1.14 e Mt. 5.23).

O que significa, então  esta jóia escondida chamada oferta?

Continua na próxima edição

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Ivonildo Teixeira
é pastor da Igreja do Nazareno. Casado com Mônica Teixeira. Já ministrou em 4 continentes, mais de 475 seminários de finanças  para  empresários, casais, igrejas, pastores e líderes. Autor de 28 livros, como “Mexeram no Meu Dinheiro”; “Dinheiro, uma Vitrine que Fascina”; “Acredite, Ainda vale a Pena Sonhar!”, todos lançados pela MK Editora.

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