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Home » igreja
Terça Feira, 15/08/2006
TV evangélica online
Evento no Rio de Janeiro marca o lançamento da primeira TV digital cristã online do Brasil
Bruno Barreira
Logo da TV IGEVA
Logo da TV IGEVA
Em meio ao atual avanço tecnológico e o crescimento de várias denominações evangélicas no Brasil, acaba de ser lançada, no Rio de Janeiro, dia 14 de agosto, a TV IGEVA. A primeira TV digital cristã online do país.

Bruno Bonfante, idealizador do TV IGEVADe acordo com o idealizador do projeto, Bruno Bonfante, o objetivo é reunir todas as lideranças da Igreja brasileira, para reavaliar as atitudes dos obreiros perante a nação. “Precisamos reformular nosso modo de pensar, esquecer os velhos dogmas e colaborarmos para o crescimento do nosso país, sem fins políticos ou partidários”, afirma.

A inauguração do novo canal ficou marcada com um debate realizado por importantes líderes evangélicos de diversas denominações. O pastor Pedro Litwinczuk, o Pedrão, conhecido nacionalmente após participar do programa No Limite, da Rede Globo, ficou responsável pela mediação do encontro, transmitido em tempo real.

Participaram como debatedores a psicóloga e vencedora do Prêmio Areté, Elaine Cruz, da Assembléia de Deus; o pastor e mestre em serviços corporativos Ricardo Pimentel, da Batista; a pastora e escritora Sandra de Andrade, de Nova Vida; o pastor-presidente do Ministério Apascentar de Jacarepagua, César Carvalho; e o líder do Ministério Vineyard, Luciano Manga

Temas Atuais

O pastor Pedrão iniciou o programa citando a reportagem da revista Veja, que fez a seguinte crítica: o pastor é show? Trata-se de uma crítica as diversas ferramentas usadas pelas igrejas para evangelizar. De acordo com o pastor César Carvalho, os líderes evangélicos podem sim usar várias ferramentas, desde que a Palavra não perca sua essência que é a crença no Senhor Jesus.

O pastor Manga aproveitou o momento e ressaltou que a Igreja, de forma geral, já foi muito marcada pelo preconceito e que, agora, está mais aberta a atitudes mais criativas para ganhar novas almas.

Em seqüência, os debatedores abordaram a questão profissional na mídia evangélica. O pastor Ricardo Pimentel disse que é importante incentivar os jovens a se especializarem em jornalismo, cinema, publicidade e relações públicas. Ela acredita que ainda falta excelência profissional nos programas evangélicos do país.

De acordo com Pimentel, a especialização de cristãos nessas áreas pode ainda contribuir para uma eventual mudança de perfil da mídia secular. O pastor argumenta que, hoje, muitos dos profissionais da grande imprensa são espíritas, católicos romanos e praticantes de candomblé.

A pastora Sandra de Andrade concordou e disse que esta realidade é um reflexo da mentalidade das igrejas de antigamente. Ela lembrou que, na sua juventude, a crença de que Jesus logo irá voltar causava uma espécie de conformismo em relação ao futuro profissional e, por isso, os crentes não buscavam formação.

Outro ponto polêmico abordou a questão de que os atuais programas evangélicos falam apenas sobre suas próprias denominações. A postura transmite uma idéia negativa, como se Deus só pudesse atuar numa única denominação. Os pastores lembraram que há uns dez anos não era assim. Todos os programas evangélicos orientavam ouvintes, telespectadores e leitores a procurarem à igreja mais próxima de sua casa.

Os pastores também criticaram a atual abordagem dos programas evangélicos, no sentido de que só se preocupam em elaborar uma programação para os crentes. Quando, na verdade, o espaço também poderia ser usado para evangelizar os não crentes.

No final, o pastor Pedrão abordou ainda a importância dos líderes cristãos se aterem aos conhecimentos bíblicos e não se “aventurarem” em posar como uma espécie de psicólogo, psicanalista, entre outras especializações. A psicóloga Elaine Cruz ressaltou que este é um problema grave. Ela disse que quando um pastor toma esta atitude despreparado apenas piora o caso do paciente ao invés de ajudá-lo.

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